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Flávio Olimpio Sanches Neto

docente IFG - Reitoria

Sou bacharel em Química Industrial pela Universidade Estadual de Goiás (2015), mestre em Química pela mesma instituição (2017) e doutor em Físico-Química pela Universidade de Brasília (2022). Realizei estágios de pós-doutorado no Centro de Excelência em Estudos Moleculares, Energia e Petróleo (CEMEP), em colaboração com a Petrobras, e no Laboratório de Estrutura Eletrônica e Dinâmica Molecular (LEEDMOL), com foco em modelagem molecular, estrutura eletrônica e cinética química. Atualmente, sou docente do Instituto Federal de Goiás (IFG), campus Valparaíso de Goiás, integrando também o corpo docente do Mestrado Profissional em Tecnologia, Gestão e Sustentabilidade (IFG campus Goiânia) e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Moleculares da Universidade Estadual de Goiás (UEG campus Anápolis). Atuo ainda como professor visitante e pesquisador no âmbito do programa Erasmus+, na Universidade de Oulu, Finlândia, conforme chamada pública 20232026. Sou integrante do (i) Centro de Pesquisa Integrado de Tecnologias Sustentáveis e Experimentais (CITESE/IFG), (ii) Grupo de Modelagem Computacional de Sistemas Físicos, Atômicos e Moleculares e (iii) Grupo de Química Teórica e Estrutural de Anápolis. Desenvolvo projetos de pesquisa nas áreas de predição de propriedades moleculares por meio de cálculos de estrutura eletrônica e métodos de aprendizado de máquina, estudo de sistemas complexos com abordagens cinéticas, fotoquímicas/fotofísicas e de ciência de dados, além do desenvolvimento de alternativas sustentáveis para mitigação de poluentes emergentes. Também atuo no desenvolvimento de metodologias cinéticas e computacionais aplicadas a problemas regulatórios e industriais do setor farmacêutico, incluindo estudos relacionados à RDC n 53/2015. Possuo cooperação técnico-científica em andamento com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), envolvendo a sistematização de dados, avaliação de risco sanitário e o desenvolvimento de algoritmos preditivos aplicados a insumos farmacêuticos ativos, degradação e impurezas em medicamentos. Adicionalmente, tenho experiência em projetos desenvolvidos em parceria com empresas do setor farmacêutico e atuei como pesquisador e consultor em uma startup voltada à proposição de soluções técnico-científicas para problemas da indústria farmacêutica. Tenho atuado no desenvolvimento de softwares voltados à inovação científica e tecnológica, com foco em soluções de fácil acesso, reprodutibilidade e aplicabilidade acadêmica e industrial.

Cássio Aurélio Suski

docente IFSC - Câmpus Itajaí

possui graduação em Engenharia de Produção Mecânica pela Universidade Federal de Santa Catarina (2001), Mestrado (2004) e Doutorado em Ciência e Engenharia de Materiais na UFSC (2011) e Pós-Doutorado pela Universidade do Estado de Santa Catarina, UDESC em 2020. Participou da gestão do Instituto Federal Catarinense (IFC) como Diretor Geral e Diretor Administrativo do Câmpus Ibirama, assim como atuou como Chefe do Departamento de Ensino, Pesquisa e Extensão do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina - Campus Itajaí. Atualmente é Professor Pesquisador do Curso Técnico em Mecânica, do Curso de Graduação em Engenharia Elétrica e do Programa de Pós-Graduação - Mestrado em Clima e Ambiente, é avaliador institucional do INEP e Signatário do Movimento ODS - Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Tem experiência na área de Engenharia de Produção Mecânica, com ênfase em Engenharia de Materiais, Administração de Empresas e Gerenciamento de Riscos, bem como em Gestão educacional e Desenvolvimento de equipamentos.Possui experiência de dez anos com projetos de adequação de complexos industriais dentro das diretrizes básicas para o desenvolvimento de sistemas de gestão ambiental dentro de empresas por meio da certificação ISO 14001, assim como atua desde 2017 em projetos de pesquisa de análise de gases de efeito estufa nas principais fontes de emissões relacionadas à Mudança de Uso da Terra e Floresta, Agropecuária, Energia, Resíduos e Processos Industriais e Uso de Produtos, destacando trabalhos em fontes de combustão móveis e estacionárias.Possui ainda experiência em PDI com o desenvolvimento de protótipos, proposição de propriedade intelectual e depósito de patentes, inclusive com transferência de tecnologia para o setor produtivo e está inserido em diversos projetos de pesquisa de construção de inventários de gases de efeito estufa dos modais rodoviário, aéreo, ferroviário e aquaviário, além de participar de estudos de gases gerados por compostagem e por resíduos sólidos urbanos, de forma geral, seja em aterros sanitários ou em processos de reciclagem.Desenvolve ainda trabalhos de medições de concentrações dos poluentes CO, NO, NO2, O3, SO2, CO2, MP10 e MP2.5 a partir do sistema QUALAR da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB), de reanálises de Dust, Black Carbon (BC), Organic Carbon (OC) e Dióxido de Enxofre (SO2) do MERRA-2, sensoriamento remoto AOD e FRP pelo MODIS; NO2, O3, CO2, CH4, SO2, HCHO e CHOCHO pelo OMI, CO pelo MOPITT e precipitação pelo GPCP, bem como estudos de modelagem com o modelo de Mesoescala WRF-Chem a fim de analisar o transporte meteorológico-químico de gases poluentes em escala regional, com inclusão de esquemas químicos de aerossol e fase gasosa, derivados de emissão e concentração de tais poluentes.Estudos do Índice de Vegetação da Diferença Normalizada (IVDN) por meio de imagens Datum WGS 1984, Satélite Landsat 8, sensor OLI (Operational Land Imager, bandas 4 e 5) e satélite Sentinel 2 lançado como parte do Programa Copernicus da Agência Espacial Européia, assim com da Temperatura de Superfície Terrestre (TST) com imagem Landsat 8, sensor TIRS (Thermal Infrared Sensor, banda 10) com resolução espacial de 30 metros também continuam em desenvolvimento. Atua como revisor dos seguintes periódicos: Environmental Science and Pollution Research, Earth Systems and Environment, World Journal of Engineering and Physical Sciences, Materials Science Engineering. A, International Journal of Materials Forming and Machining Processes (IJMFMP), Revista de Estudos Ambientais e Journal of Infrastructure, Policy and Development. Orientou e orienta diversas dissertações de mestrado, com ampla atuação de programa de pós-graduação stricto sensu nas linhas de desenvolvimento tecnológico, aquecimento global, gases de efeito estufa e eventos extremos, participa de grupo de pesquisa credenciado no CNPQ para dedicar-se ao estudo de temáticas correlatas ao Clima e Ambiente.

Andréa Ribeiro Gonçalves

docente IFRS - Campus Porto Alegre

Doutora em Educação PUCRS, mestre em Educação Universidade La Salle, especialista em Gestão Ambiental (UNIPAR), graduação em Administração pela Universidade Federal de Roraima. Professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul - campus Porto Alegre (RS) desde 2009. Pesquisadora no grupo de pesquisa A transposição didática de histórias e textos de mulheres, provocações a partir educação popular feminista (PUCRS) e do grupo de pesquisa Adultos, jovens e educação no contemporâneo (UFRGS). Coordenadora do NEABI do IFRS campus Porto Alegre (2024-2026). ORCID http://orcid.org/0000-0002-3880-2522.

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